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 Duplex - Matsuri/Flourite

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Kurogane Matsuri
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MensagemAssunto: Duplex - Matsuri/Flourite   Ter Jul 28, 2009 6:11 pm



Localizado na área nobre próxima ao Centro comercial de Londres, o duplex foi construído por uma família mestiça, que pouco depois por questões financeiras teve de abandonar o lugar, vendendo-o a um jovem Bruxo pertencente à família Matsuri.

Kurogane comprou o duplex antes de a mansão Matsuri ser terminada, e colocou seu andar superior para aluguel, já que ele mesmo não teria necessidade desta.
Mesmo após a noticia de que todos residiram na mansão o rapaz deu preferência a casa já que a mesma era mais próxima de tudo.

A casa nada mais é que um grande sobrado. A parte térrea inteira é como uma casa de apenas um andar, espaçosa o suficiente para uma pessoa morar confortavelmente. Ao subir as escadas, encontra-se o corredor e uma porta. A porta que dá acessou a uma espécie de apartamento que ocupa o mezanino inteiro. É bem menor e menos espaçoso, mas o suficiente para uma pessoa morar (de preferência uma pessoa que não seja bagunceira).

A casa, ambos os andares, possuem todos os cômodos de uma casa comum. A diferença é que a casa térrea é bem mais espaçosa e a de cima é como um apartamento. Ao deixar um inquilino morar em seu andar de cima, Kurogane deve receber o aluguel mensal. Mas nem sempre ele vem em dia...


Última edição por Kurogane Matsuri em Sab Set 19, 2009 4:23 pm, editado 1 vez(es)
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Fay Lioncourt D. Flourite
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MensagemAssunto: Re: Duplex - Matsuri/Flourite   Sex Jul 31, 2009 10:36 pm

Madrugada de 04 ~ Manhã de 05/11/29
Duplex – Apartamento superior

Spoiler:
 

E então o loiro aparatou para a porta da casa. Com um estalido fraco, estava ali bem em frente à porta da casa. Olhou para o lado e encontrou a chave oculta em baixo de algumas folhas das plantas que decoravam a frente da casa. Sorriu e pegou a chave, abrindo a porta. Aparentemente não havia ninguém em casa. Suspirou e deixou as chaves em cima da mesa, subindo para seu mini apartamento no andar de cima.

E foi só chegar a sua casa para poder sentir uma tontura ridícula e se arrastar para a cama.

Charming Neightbor


Ah, e cá estava eu, deitando, devaneando em pensamentos. Minha cabeça parecia prestes a explodir de dor. Mas me mantive calmo, acenando com a varinha vez ou outra, movimentando o saco de gelo para minha cabeça. É, febre. E tosse, e dor de garganta. E tudo isso num ser que se alto-julga médico. Engraçado, a vida segue num humor meio negro...

Respirei fundo, já era o terceiro dia em que eu jazo moribundo em meios aos trapos e roupas de camas. Mal consigo me levantar para tomar banho, comida eu trago com magia. Virei-me incomodado na cama e deixei o sono me tomar. Já era noite mesmo. E eu pedia que no mínimo acordasse melhor, para trabalhar, ou coisa do gênero. Pelo menos pudesse ficar de pé e arrumar a bagunça que se acumulava na pia, sofás e nas escrivaninhas. Oh, o que três dias de ausência responsável não fazem...

Eu provavelmente, àquela altura, já havia entornado duas Wiggenweld e um pouco de uma solução sonífera que me fizesse dormir mesmo com dores. Mas mal preguei os olhos, acordei num susto ao escutar barulhos estranhos no andar de baixo. Fiz uma careta, mas percebi que estava simplesmente bem melhor depois de tomar a poção.

- Ótimo. Uh, mas que diabos é isso? – Bocejei, me levantando e abrindo a porta, meio sonolento. Fui até perto da escada e me deparei com uma cena interessante. O meu querido “síndico” lutava com espadas samurai em pleno apartamento com alguém que absolutamente não se importava em lutar. Engraçado. Sorri e bati palmas, mais parecia uma demonstração de força! E particular, ali, só para mim.

- Hyuu Hyuu, os dois são tão legais!– Exclamei, como não sabia assobiar, forjavam um “Hyuu”. Apartaram a luta ao perceberem minha presença.

- Volta pra cama, seu inútil – Reclamou Kurogane. Eu ainda riria alto se o outro moço na sala não se pronunciasse.

- Quem é? Seu namorado, nii-san? – Perguntou e eu resolvi me meter de vez na conversa, já que já fora citado mesmo.

- Wa, Kurogane-san, que maldade... Me dando ordens assim, você está mais para Kuro-sama. – Terminei com uma risada baixa e um sorriso pretensioso.

- Vai se fu***. – Oh, boca suja.

- Ta nervoso, Kurogane. O que ouve? É pressão demais? – Hehe, pessoa interessante. Vamos averiguar. Aparatei bem ao lado dele, com um sorriso simpático.

- E você, quem poderia ser?

- Da pra você parar de se meter? Se você se machucar a culpa não é minha. – Disse Kurogane todo autoritário. Sorri e escutei o moço.

- Eu sou o otouto dessa criatura. – Eu havia feito algumas aulas de japonês alguma vez na vida... Mas não me ocorreu nada como “otouto.

- Hyaah, mas foi por isso que eu me formei médico. Justamente pra poder cuidar se eu me machucar! – Respondi Kurogane e voltei a olhar o moço. - Otouto?

Pressentindo uma movimentação estranha, me afastei bem antes de Kurogane dar um golpe que fez o menino desmaiar. Olhei assustado.

- Ele é meu irmão mais novo. – Respondeu. Engoli em seco por meio segundo, mas dispersei pensamentos desnecessários rapidamente.

- Seu irmão mais novo? Você trata seu irmão assim? Puxa, como você é mal e frio... Hahahaha, Kurorin é ainda melhor que Kuro-sama! – Concluí, criando um novo apelidinho para Kuro-sama. Ri da minha própria piada.

- Não me chama assim caramba – Gritou, irritado. - E ele mereceu.

- Ah. E ele vai ficar aí no chão? Quer que eu o acorde? – Me senti um tanto mal por deixar o moço lá, apagadão. Sorri, usando todo meu charme para poder ter a permissão de Kurorin. E mesmo se não tivesse, o faria do mesmo jeito. O homem ficou olhando por um bom tempo até concluir:

- É, ele vai ficar ai.

- Mas... Uh. – Eu imagino bem esse homem acordando no meio da noite e fazendo outra algazarra aqui no lobby. Não vai ser muito legal para meus soninho, meu merecido soninho. Mas vai ser muito bem feito para Kurorin, que é muito mal. Ri do pensamento retardado e tratei de fazer alguma coisa com o moço. Me abaixei ao lado dele e o cutuquei. Ele não teve reação. Então apontei a varinha para ele. - Hei... Enevarte .

- Do que você ta rindo, magricela. – Perguntou Kuro-sama, irritado, se irritando ainda mais do que eu estava fazendo. - Eu falei pra deixar ele ai.

Mal ele acabou de dizer, o moço abria os olhos meio zonzo. E eu achava muito estranho um irmão mais velho atacando o mais novo assim sem motivos. Ou melhor, pelo jeito era o contrário que acontecia. Ignorei Kurogane e me dispus a minha função de medi-bruxo.

- Hei, está bem? Me diga que dia é hoje. Hehe, brincadeira, para acordar com um feitiço simples deve ter sido uma pancada fraca. – Pressionei a parte de cima da cabeça dele, fazendo a tontura passar mais rápido. - Está com dores? Quer dizer, vocês são irmãos bem íntimos, certo? Nunca vi tanto amor na minha vida toda. – Comentei sarcasticamente, rindo.

- Da pra parar com isso porra, e já falei pra deixar ele ai – Rosnou Kuro-sama.

- É esse ai que me ama. Eu só mostro pra ele quem manda. – Retrucou o rapaz. E eu só me limitei a assistir o rumo das coisas novamente. Ficaria ali para cuidar de algum machucado se fosse preciso.

- É por isso que você perde categoricamente pra mim. Você não cansa de perder não? – Kurogane respondeu. E o irmão não se limitou a ficar respondendo sentado, se levantou e partiu para cima do homem, o atacando com a espada novamente.

- Por isso que não era para acordar ele! – Berrou Kuro-sama para mim e eu ri da reação exagerada daqueles dois. Limitei-me a torcer pelo meu anfitrião

- Waah! Ahaha, de novo! Vai, Kuro-sama! Mostra do que você é feito! Woo woo! – Eu mais parecia uma Fã-girl louca.

- Pombas, eu vou ter que aguentar dois – bufou ele irritado.

- Que foi não consegue pensar e lutar ao mesmo tempo? – Perguntou o irmão mais novo. Kurogane se irritou de vez.

- Eu tenho trabalho amanhã, imbecil E, acabando de vez com tudo de forma autoritária, jogou o pó de flu na lareira e empurrou o irmão para dentro. O outro flamejou e foi mandado para outro lugar.

- Puf! Ele foi! Ahaha. Kuro-sama é tão maduro e responsável, todo tempo estava pensando no trabalho. Hm, e eu que estou faltando no meu já faz três dias... – comecei a devanear coisas irrelevantes. E Kurorin pra variar me ignorou totalmente. Fiquei irritado com aquilo, no mínimo insatisfeito. E insatisfeito me aparatei bem em frente ao moreno e fiz um beicinho irritado.

- Hey, vai me ignorar assim mesmo, é? Foi muito rude me acordar daquele jeito, Kuro-sama. Você foi cruel e eu estava doente. Pode ter um pouco de dó desse seu inquilino? Aliás, você ainda se lembra do meu nome? Acho que não né? Ah, é mesmo, sabe, eu queria pedir que você lançasse um "abaffiato" antes de começar uma luta. Assim, eu posso dormir tranquilo e vocês podem se amar o quanto quiserem! Mas se não quiser, não me importo de vir aqui assistir e torcer por você, woo woo! – Eu falei e falei. Apenas para ver se conseguia uma reação melhor que simplesmente uma ignorada. Consegui uma rosnada, mas não. Deu a volta e continuou seu caminho.

Me irritei e continuei a provocar.

- Kuro-sama? Hm... Kurorin? Ah, já sei... Kuro-chan! Eu não quero parecer um estranho que fala sozinho, me responda!

- Da pra você calar a boca! E para de me chamar dessas merdas de apelidos, @#$%¨&! – Berrou.

Bingo! Os apelidos eram a causa. Eu sorri, satisfeito.

- Aaaah Kuro-sama! Shh! Vai acordar os vizinhos! – Exclamei sorridente, na verdade pouco me importando para os vizinhos. Aproximei-me sutilmente, o charme natural de veela aflorando. Um sorriso de canto me escapando. Percebi que ele quase se aproximou, mas decidiu por entrar no quarto.

- Problema do vizinho. – Terminou e bateu a porta na minha cara. Ergui uma sobrancelha, levemente irritado com o gelo que levei. Droga, pode ser que esse cara seja mais difícil do que eu pensei.

- Esse cara vai ser um desafio. Bom, enfim. – Conclui, voltando para meu quarto.

Bocejei, fechando a porta atrás de mim. Arrastei-me de volta para a cama, me jogando na mesma sem vontade de levantar. Mas agora que eu já havia melhorado parcialmente, apesar dos gritos terem prejudicado potencialmente minha dor de cabeça, provavelmente teria de ir trabalhar no dia seguinte... Ou melhor, mais tarde. Suspirei, resignado.

Deixei que novamente o calor dos cobertores da cama me confortasse suficientemente para que eu pudesse dormir. O frio da madrugada Londrina era quase insuportável, mas eu sempre vivi no frio e quando neva fica ainda pior. Eu bem queria ter alguém comigo nesse tipo de noite. Só para me confortar de modo afável, sentir uma respiração quente ou qualquer coisa do gênero.

Mas tudo o que eu tenho é uma dor de cabeça. Virei-me e fechei os olhos. Mal os abri, já via a claridade da manhã. Irritado, mal pareciam que havia se passado cinco minutos, mas droga, já era de manhã. Debrucei na cama, espreguiçando. Se eu bem conhecia o morador do térreo, já deveria ter saído para trabalhar ou ver a família de coelhos a quem ele pertencia. Kurorin sempre ocupado, já sei disso e não o conheço nem há três dias.

Por algum motivo, Kuro-sama parece não gostar da minha carismática atuação. E é o único que eu conheci até hoje. E parece muito divertido vê-lo ter reações exageradas, sempre gritando e se irritando. Talvez eu deva até flertar um pouco mais.

Ah, suspirei e me levantei para fazer o café e ver se conseguia me acordar um pouco, para trabalhar com mais disposição. Se fosse o caso, alguma poção animadora no hospital podia levantar meu humor.
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Kurogane Matsuri
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MensagemAssunto: Re: Duplex - Matsuri/Flourite   Sab Ago 01, 2009 3:44 pm

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5/11/29 – Madrugada


Introduction

Eu havia chegado há apenas alguns dias há Londres, e a cidade me parecia perfeita, o clima era mais sombrio, e frio. Raramente o sol aparecia, e isso estava me agradando bastante. Arrumei algumas coisas na casa que me pertencia, não sabia que dia o rapaz que havia comprado a casa de cima chegaria, por isso o deixei como estava.

Logo a noticia que acabaria com meus dias veio, eu estava incumbido de buscar os pirralhos Matsuri na estação do trem. O cara que ocuparia o andar de cima chegou no mesmo dia que minha missão inútil, por esse fato eu seque cheguei a falar com ele direito.


Flash Back


Minha expressão não era das melhores, e nem deveria ser. Já fazia um bom tempo que aquele trem maldito havia parado na estação e nenhum dos meus sobrinhos saíra ainda. Foi um bom tempo depois que eu vi a alguns metros uma dupla de japoneses vindo em minha direção, eram os filhos de Toshyo.

- Até agora só saíram vocês do trem! A onde estão os outros? Bem não importa, tudo de vocês já foi transportado, agora ficaremos na mansão Matsuri. Foi construída uma réplica londrina.

Minha resposta fora meio robótica, mas, eu não esta com o mínimo de paciência para “modos” nem nada parecido. Um dos garotos pareceu não estar nada feliz com a informação., bem eu também não estaria se fosse ele.

- Uma mansão Matsuri! Em Londres? Mas... e o que te traz aqui? Até onde eu me lembre você estava no Japão. Não?

Horas se eu estava aqui eu não estava no Japão, perguntinha idiota. Bem pergunta idiota tolerância zero, certo?:

- Por acaso aqui é o Japão? Meus Pai, seus avós, me obrigaram a vir, as razão vocês descobrem depois.

Os moleques foram chegando, e os primeiros trataram de passar a noticia a diante. Passou-se quase meia hora até que a ultima chegasse. Meia hora comigo ali de pé assistindo as pessoas irem e virem e meus sobrinhos conversando besteira:

- Você se perdeu dentro do trem, por acaso?

Eu sabia muito bem que era aquela garota, a menina havia sido expulsa da família por se meter com o que não devia, havia sujado o nome de Maitake, era uma imundice com o homem que havia acabado de morrer colocá-la de volta na família.

- Eu... O que te interessa, velhote? Não tenho nada a ver com vocês.

A garota estava sendo insolente demais, e se aquilo durasse muito tempo eu não me importaria em amarrá-la e carregá-la para casa como uma caça, quem sabe assim ela aprendia a respeitar os mais poderosos. Mas bem por enquanto eu não poderia vazer, tratei apenas de dar uma resposta a altura.

- Um velhote, é o cacete, e dois, é melhor você se acostumar a ficar quieta. Suas coisas foram transferidas para a mansão. Seja bem vinda de volta a família... Pirralha.

- Família? Como assim? Que porra está acontecendo? Ou melhor, quem deu permissão para você tocar nas minhas coisas?

- Eu não toquei merda nenhuma, eu não preciso da permissão de uma exilada para nada. E você saberá de tudo na mansão agora fique quieta e venha.

A reação da garota foi ainda mais ridícula, ela estava completamente perdida. Ótimo agora eu imagino que ela calaria a boca. E ela o fez, mesmo que dando um pitaco no fim ela quietou e apenas nos seguiu.

- Exilada! Por isso mesmo vocês não deveriam me procurar mais! Mas nããão, vocês não me deixam em paz. Tsc, saco de família.

Os outros dias seguram de formam normais. Eu passava uma parte do tempo na mansão apenas por exigência da família, o resto do tempo eu estava em casa ou em Londres. Aliás me inquilino andava sumido.

Fim do Flash Back


Eu cheguei tarde em casa, a reunião com meus tios fora complicada, alguns protestavam quanto minha morada em outro local, e outro contra a permanência de Kazuma e Inochi no Japão, mas no fim as decisões tomadas me agradaram bastante, eu poderia morar onde queria, mas teria que passar algum tempo na mansão.

Minha alegria não durou muito tempo, pois logo alguém nada desejado entrou pela janela da sala atacando-me pelas costas. Quando se passa quase 25 anos se preparando para estar vigilante a cada minuto, um ataque como aquele não era nada alem de uma folha caindo lentamente. Desviei com facilidade do golpe de meu irmão que acabou por acertar o chão:

- Seu idiota. O que veio fazer em Londres?

Ankouko estar completamente centrado em me atacar, não sei por que ele insiste em lutar comigo, se sabe que é muito mais fraco que eu. Eu usei um accio para trazer a Gin-ryû até mim. Não demorou muito para que eu começasse a derrotar meu irmão. Foi então que o “loiro-do-andar-de-cima” chegou fazendo um estardalhaço.

- Hyuu Hyuu, os dois são tão legais!

O.K o cara só podia ter problemas sérios, mas eu não tinha tempo a perder com algo assim, tinha que tirar meu irmão logo de minha casa e dormir, afinal meu dia seguinte seria lotado.

- Volta pra cama, seu inútil

- Quem é? Seu namorado, nii-san?

O.K alguém estava pedindo pra sofrer mais ainda, e eu estava em um estado de humor propicio para tacar alguém de um penhasco caso fosse necessário:

- Wa, Kurogane-san, que maldade... Me dando ordens assim, você está mais para Kuro-sama.

O.K apelidos já é demais, espero que ele só esteja agindo dessa maneira por que eu o acordei:

- Vai se fu***.

- Tá nervoso, Kurogane. O que ouve? É pressão demais?

Eles estão pedindo:

- E você, quem poderia ser?

O que??? Eu estava pasmo, o Loiro agora estava ali, ao nosso lado. Nós no meio de uma luta e o sem-noção no meio:

- Da pra você parar de se meter? Se você se machucar a culpa não é minha.

- Eu sou o otouto dessa criatura.

E aproveitei o momento de distração de Ankouko para lhe dar logo um golbe que lhe botaria fora de combate de vez, assim eu teria pelo menos aquela noite de paz. Eu sei que isso não resolveria de vez, por que meu irmão tem uma mania ridícula de tentar me derrotar, mas, pelo menos por aquela noite estava acabado:

- Hyaah, mas foi por isso que eu me formei médico. Justamente pra poder cuidar se eu me machucar! Otouto?

Eu resolvi que era hora de encerrar aquilo tudo, dar um fim a aquela noite, dispensando o loiro chato, meu irmão que ficasse ali, na hora que ele acordasse ele se resolvia:

- Ele é meu irmão mais novo.

- Seu irmão mais novo? Você trata seu irmão assim? Puxa, como você é mal e frio... Hahahaha, Kurorin é ainda melhor que Kuro-sama!


Waaaah aqueles apelidinhos me davam nos nervos, que coisa irritante, de todas as pessoas no mundo por que aquela criatura tinha que ser meu “vizinho”:

- Não me chama assim caramba – Acabei por gritar - E ele mereceu.

- Ah. E ele vai ficar aí no chão? Quer que eu o acorde?

Não, eu não queria que ele acordasse aquele retardado, ou então ia começar tudo de novo. Eu ainda pensei em fazer algo para tirá-lo do meio da minha sala, mas eu não me esforçaria nenhum pouquinho por conta daquele idiota:

- É. Ele vai ficar ai.

O loiro se pôs a rir de alguma coisa, e depois mesmo com o mesmo com o meu pedido ele abaixou-se começando a acordar Ankouko:

- Do que você ta rindo, magricela. Eu falei pra deixar ele ai.

Acabei por gritar de novo no fim da frase, aquilo seria uma dor de cabeça dos diabos. Meu irmão já havia aberto os olhos, mas pelo menos estava tonto, não faria nada por em quanto. Meu alivio não durou muito, o loiro intrometido fez a tontura do garoto passar:

- Hei, está bem? Diga-me que dia é hoje. Hehe, brincadeira, para acordar com um feitiço simples deve ter sido uma pancada fraca. Está com dores? Quer dizer, vocês são irmãos bem íntimos, certo? Nunca vi tanto amor na minha vida toda.

Se esse garoto é irritante, meu irmão é o dobro, e ambos pelo visto não sabem a hora de parar:

- Da pra parar com isso porra, e já falei pra deixar ele ai

- É esse ai que me ama. Eu só mostro pra ele quem manda.

Um sorriso cínico formou-se em meus lábios, O.K ele mostra quem manda e eu acredito em Kami-sama. Aquilo já estava ficando ridículo.

- É por isso que você perde categoricamente pra mim. Você não cansa de perder não?

A resposta veio rápida, meu irmão levantou quase que imediatamente, atacando-me com um golpe complexo de espada, um que eu não tive problema nenhum em evitar com a minha própria. Aquele menino precisava treinar muito para conseguir fazer algo contra mim:

- Por isso que não era para acordar ele!

Gritei irritado com o loiro-tosco que se limitou a rir e a continuar com suas palhaçadas inúteis:

- Pombas, eu vou ter que agüentar dois?

- Que foi não consegue pensar e lutar ao mesmo tempo?

Foi então que eu reparei no pote em cima da lareira, ali havia pó de flú, era uma boa maneira de me livrar logo de Ankouko. Com alguns golpes fui fazendo-lhe chegar próximo da lareira:

- Eu tenho trabalho amanhã, imbecil.

Minha fala chamou a atenção de Ankouko que não reparou quando com uma das mãos eu joguei o pó dentro da lareira tornando o fogo esverdeado, com um chute certeiro no estomago, joguei meu irmão para dentro das chamas, o mesmo logo desapareceu. Para onde ele foi não me importa.

O loiro começou de novo com seu falatório e eu apenas o ignorei, começando meu caminho para o quarto, eu precisava de um banho urgente, e de uma boa noite de sono. Amanhã vai ser um inferno contar toda a novela que aconteceu para os pirralhos Matsuri.

O loiro intrometido não se contentou com minha “ignorada”, aparatando na minha frente, e continuando com seu falatório irritante:

- Hey, vai me ignorar assim mesmo, é? Foi muito rude me acordar daquele jeito, Kuro-sama. Você foi cruel e eu estava doente. Pode ter um pouco de dó desse seu inquilino? Aliás, você ainda se lembra do meu nome? Acho que não né? Ah, é mesmo, sabe, eu queria pedir que você lançasse um "abaffiato" antes de começar uma luta. Assim, eu posso dormir tranqüilo e vocês podem se amar o quanto quiserem! Mas se não quiser, não me importo de vir aqui assistir e torcer por você, woo woo!

Eu continuei a ignorar, mas não pude evitar que uma espécie de rosnado de irritação saísse de minha garganta, já estava me cansando daquilo. Foi então que a última gota caiu:

- Kuro-sama? Hm... Kurorin? Ah, já sei... Kuro-chan! Eu não quero parecer um estranho que fala sozinho, me responda!

Acabei por gritar ainda mais alto que das ultimas vezes. Aquele cara era irritante demais, por Hayashi, eu me pergunto como não perdi a cabeça de vez com ele.

- Da pra você calar a boca! E para de me chamar dessas merdas de apelidos, @#$%¨&!

Ele sorriu com a minha reação, pelo visto era só isso que ele queria:

- Aaaah Kuro-sama! Shh! Vai acordar os vizinhos!

Foi então que aquele sorriso apareceu, eu não sei por que, mas eu movi meu corpo em direção ao dele, por alguns instantes ele me...eh...bem...atraiu por assim dizer, mas isso não durou muito, eu logo me dei conta do que fazia e voltei a me afastar. Havia algo estranho ali:

- Problema do vizinho.

Foi a ultima coisa que disse antes de bater a porta do quarto, torcendo para que ele se contentasse e apenas fosse embora. Por sorte foi o que ele fez.

Agora já em paz deixei a Gin-ryû sobre a escrivaninha, e deixei que meu sobretudo caísse no chão. Logo depois segui para o banheiro. Enchi aquele ofurô branco de um material estranho, que os trouxas chamam de banheira com água quente e passei a tomar meu banho. Ágora sim eu estava tendo um tempo de paz.

Depois de um bom tempo deitado dentro da tal banheira sai e vesti a calça de moletom negro e me deitei. Acordei no memso dia é claro, só que mais tarde, por volta das 10 horas da manhã, já estava atrasado para o encontro com a família. Vesti-me na pressa. E comecei a pensar qual seria a loja mais próxima da mansão para que eu tomasse um café da manhã, já que depois eu teria que ir andando era melhor que fosse perto.

Aliás, eu teria que melhora os feitiços de proteção do duplex, meu irmão havia entrado sem problema ali, e meu inquilino maluco tinha uma mania irritante de aparatar para todos os cantos, essa seria minha próxima tarefa.
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Yuuki Matsuri
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MensagemAssunto: Re: Duplex - Matsuri/Flourite   Qua Ago 05, 2009 10:44 pm

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5/11/29 – Noite


Blonds’ fault



Some days are terrific


Quando se ama seu irmão mais velho as coisas são muito mais complicadas, principalmente se sua família não puder de maneira alguma sequer desconfiar dessa sua paixão. Claro que se seu sentimento é correspondido as coisa ficam mais agradáveis, mas mesmo assim esconder de todos que você esta junto com alguém que você deve fingir detestar e uma bela dor de cabeça.

É por essa razão que a ultima quinta-feira fora tão complicada para uma duplinha de sobrenome Matsuri. Sair de casa fora a parte mais complexa, afinal como se é sabido Yuuki não é o tipo mais quietinho, e simplesmente sair sem fazer nada não é do estilo do mis novo.

Os dois saíram pelos corredores, um agarrando o outro lhe impedindo de andar no meio dos corredores e o outro tentando caminhar olhando para todos os lados morrendo de medo de qualquer parente aparecer.

A dupla passou a tarde em um clube trouxa de Londres, na qual mais uma vez Hatori era agarrado violentamente em público e tentava de qualquer maneira escapar do irmão. Não foram poucas as broncas recebidas pelos seguranças do lugar, afinal a coisa estava ficando mais quente do que deveria ser em um ambiente comum, e também não foram poucos os seguranças que levaram um baita susto ao constatar que a criatura de cabelos coloridos e longos era um homem e não uma mulher.

Apesar de tudo a tarde passou de forma agradável, e sem grandes discussões por parte do casal japonês.

Depois da tarde daquela quinta-feira nada mais de extraordinário havia acontecido, Yuuki acabara criando amizade com um primo recém chegado chamado Ankouko, o homem havia se provado de grande utilidade, principalmente em facilitar seu contato com o pessoal da norte, que lhe mandava os “pacotes” de maneira muito mais fácil.

O mundo das drogas estava se abrindo para o jovem Matsuri, que agora possuía até alguns clientes, a Maiban em geral era o ponto de encontro para todas as trocas e todos os combinados. O sonserino, com o dinheiro de seus recentes investimentos comprou dos pares de espelhos de duas faces, um foi entrega e Hatori, e o outro a Haru.


Back to reality


Yuuki acabara de acordar quando ouviu a barulheira do lado de fora, uma voz era de Murakami e a outra parecia ser do Hirano, o garoto não conseguia entender de verdade o que se passava, pois o tio gritava alto em quanto Hirano falava de forma praticamente inaudível.

Acabou por levantar logo, e colocar qualquer roupa, a tarde já havia começado, pelo que ele podia ver, havia dormido bastante. Mal o sonserino à cozinha o tio apareceu as suas costas gritando sobre horários e deveres com a família. Pelo visto que ele realmente não havia prestado atenção no sobrinho durante os últimos dias, ou saberia que a ultima coisa que importava para este, era a família.

Depois de muito gritar e ser devidamente ignorado o homem pediu que Yuuki chamasse Kurogane para uma reunião, informando devidamente o local onde o mais velho morava, Yuuki aceitou de bom grado, seria interessante conhecer a casa do homem, e ainda mais, descobrir que era o tal loiro esquisito que dividia o duplex com Kurogane.

O menino se vestiu de forma descente, e saiu da zona a onde a aparatação não era possível, logo em seguida girou em torno de si mesmo. Logo o garoto surgia nos jardins de uma bela casa. O lugar parecia uma simples casa trouxa, alias era trouxa demais na opinião de Yuuki será que algum outro Matsuri já havia passado por ali? Provavelmente não, ou Kurogane não estaria morando naquele lugar:


- Então é aqui que ele mora... Isso cheira a trouxa...

O “Ele” estava bem ali na cozinha, e me olhava um tanto curioso, antes que qualquer um de nós pudesse ter qualquer atitude uma voz infantilizada e escandalosa dominou todo a ambiente:

- Waah, outro Matsuri fofo apareceu!

What the fuck?!? Yuuki ficou meio pasmo de inicio, e sua vontade era de dar uma lavada bem legal na cara da criatura que lhe havia chamado do fofo, mas quando seus olhos pousaram sobre o loirinho ele repensou toda a idéia, aquele ali era uma boa pedida. Um sorriso malicioso se abriu no rosto de Yuuki:

- Ah então essa é a "loira" de quem o Ankouko falou. – O sorriso do sonserino não podia ser mais óbvio. - Prazer, eu sou o sobrinho do mal-humorado ali.

- Eeh... – Um sorriso malicioso também surgiu no rosto do loiro, fazendo um arrepio bem conhecido subir pelo corpo do sonserino mais novo. - Você parece bem diferente do Kuropon...

Kuropon!! Apelidos? Será que realmente o cara loiro estava ficando com o Kurogane? O sonserino não havia acreditado quando a história lhe fora contada por Ankouko por que Kurogane sempre foi extremamente grosseiro com qualquer um que se aproximasse dele, e pela descrição que o Tio mais novo havia lhe dado o rapaz parecia o tipo de pessoa que o samurai mais velho detestava.

- Eu já falei pra você para com essas merdas de apelidos. E o que você quer pirralho?

Yuuki tinha escutado o que Kurogane falara, mas não havia realmente prestado atenção, toda sua atenção estava centrada no loirinho a sua frente, aquele cara lhe atraia mais do que seria normal qualquer um atraí-lo, mas ele não estava ligando para isso. Mordendo os lábios, em uma demonstração obvia demais de tezão, o sonserino falou sem se preocupar com a presença da Kurogane:

-Bem eu sou bem diferente dele em muitos pontos, eu posso deixar você testar todos.

A culpa era obviamente da raça a qual pertencia o rapaz, mas Yuuki não tinha como saber disso. Mas ao contrario do que seria normal, o menino não continuou simplesmente com os olhos grudados no loiro, ele se virou para o Tio, dando agora a resposta que cabia há sua pergunta, voltando a seus modos frios comuns:

- Piralho é a mãe. Vai ter reunião na mansão, mandaram-me te buscar...

Um sorriso irônico surgiu no rosto do garoto loiro, e esse falou com certo desdém:


- Amigo, criança, infelizmente isso seria considerado pedofilia.

Yuuki simplesmente deixou de lado, sim, ele não iria insistir. Com seus primos ele ia mais longe e usava de armas terceiras, assim como ele estava planejando usar com Kamui logo-logo, mais o loiro era de acesso mais difícil, com certeza drogá-lo não seria tão simples. E mesmo assim, se ele dera uma resposta negativa, simplesmente por saber que Yuuki era mais novo, infelizmente ele provavelmente não era o tipo que renderia muita diversão.

- Realmente talvez você seja inexperiente demais para mim.

Sua pergunta veio seguida pela de Kurogane, que parecia ignorar, ou querer ignora o que acontecia bem no meio de sua sala:

- Reunião mais uma pra que?????

A reação do loiro não podia ser mais... estranha, inesperada, bizarra... Existem milhares de adjetivos que poderiam descrever a reação absurdamente infantil e... Falsa do loiro:

- Eeeh, se você diz, seu chato.

O rapaz havia dado língua no fim das contas, é, talvez o corpo dele fosse uma boa pedida, mas ele não era normal, era melhor deixá-lo pra lá, não sem antes deixar claro como aquela atitude era radícula, por que por Hayashi, o homem tinha seus 20e tantos anos, se espera maturidade:

- Kurogane, você não sabe fazer seu cachorro calar a boca não? – Uma risada maldosa saiu por entre os lábios de Yuuki antes que esse terminasse o que dizia - Bem eu não sei para que é. Murakami simplesmente chamou todos.


Era a pura verdade, o pai de Hirano havia chamado todos mais Yuuki não pretendia voltar para a maldita reunião de maneira nenhuma, pretendia ir ao cassino com Haru, mesmo que precisasse mostrar uma identidade falsa do mais novo.

Kurogane havia aparatado para a mansão, e Yuuki já ia pegar o espelho para avisar para Haru sair que ele logo iria buscá-lo quando a voz do loirinho voltou a soar dentro da casa:


- Cachorro, sei.

O olhar do loiro era sério, mais uma vez Yuuki começou a ser atraído de forma descontrolada pelo loiro, e agora que não havia mais nenhum titio para atrapalhar nada, ele estava disposto a tentar alguns truques. Ele mesmo sabia que era loucura, mas bem no momento ele não estava agindo de forma muito racional:

- O que foi, não gostou? – A voz de Yuuki saia repleta de cinismo, e seus olhos brilhavam de desejo, aquilo não ia dar certo, alguém sairia mal dali, e pelo estado irracional do mais novo, provavelmente seria ele. - Quem sabe se eu te ensinar uns truques você não fica quieto??


Os olhos do sonserino devoravam o loirinho em quanto este tirava avarinha do bolso, mas um sorriso calmo voltou a aparecer no rosto do meio-veela, a atração absurda exercida em cima de Yuuki diminuiu:


- Você é uma graça, mas só o Kuro-sama consegue me amestrar, mas eu sei dar a patinha se te interessar.

Yuuki sorriu de forma desinteressada, a varinha já voltara para o bolso, pelo visto aquele rapaz teria uma dor de cabeça pela frente, Kurogane não é o melhor tipo de pessoa com que se lidar:

- Só a patinha? Que pena... - Yuuki não faria nada por enquanto, aquele não era o melhor momento, mas queria deixar claro que não desistiria afinal ele nunca desiste (Hatori que o diga). - - vamos ver como as coisas vão rolar...

Yuuki virou-se para sair da casa, mas sua saída novamente foi parada. O loiro aparatou à suas costas, puxando seu rosto para traz, lhe beijando o lóbulo da orelha, fazendo aquele arrepio correr novamente pelo corpo de Yuuki: (off, não me pergunte como ele alcanço fácil, ele simplesmente alcançou, ignorem que o Yuuki tem 1,80 e o Fay tem 1,77)

-Eu gostaria muito de brincar com você, fofo. Mas eu estou interessado no Kuro-sama no momento. E eu não sou do tipo bigâmico.
O pescoço de Yuuki foi lambido, agora já era. O corpo de Yuuki já estava completamente desperto, o homem havia aparatado para outro canto, mas Yuuki ainda podia sentir sua presença fazendo a temperatura aumentar e muito. Hatori que lhe perdoasse, mas aquilo era demais para o sonserino.


Última edição por Yuuki Matsuri em Qui Ago 06, 2009 8:48 am, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Duplex - Matsuri/Flourite   Qua Ago 05, 2009 10:45 pm

Yuuki puxou o espelho de seu bolso e avisou para Haru que ele já iria buscá-lo, o garoto já estava fora da mansão, em tão não foi complicado simplesmente aparatar por lá, e depois apratar conjuntamente de volta para a casa de Kurogane. É. A casa de Kurogane, não havia lugar mais perfeito horas, o tio com certeza demoraria a voltar, afinal ele teria de ir para o trabalho depois da reunião, não voltaria tão cedo.

Yuuki não deixou que o mais novo fizesse nenhuma pergunta, simplesmente lhe empurrou para dentro da casa, lhe beijando com sofreguidão, exigindo mais e mais dos lábios do primo, sem se importar com o fato de que podia machucar, Haru era do tipo que gostava disso, o mais novo não pensou muito, simplesmente passou a responder os beijos, ronronando baixo e correndo as mãos com desejo pelo corpo do mais velho.


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